Este é o conto sobre uma pequena filósofa e um pequeno poeta, que por algum motivo, ou por motivo nenhum, um dia do nada ou por acaso se encontraram. A pequena filósofa vivia uma vida simples e bela, tentando entender as pessoas e encontrar profundidade. Ela conhecia a luz e, na luz, fazia sombras para compreender o que havia neste mundo. Já o pequeno poeta vivia uma vida solitária, cheia de profundidade, tentando encontrar a beleza. Ele conhecia a luz, mas das sombras da luz transformava a beleza. E um dia, a pequena filósofa encontrou o pequeno poeta. Ela o encontrou sentado à margem de um caminho que não levava a lugar algum e, ao mesmo tempo, parecia levar a todos os lugares. — O que fazes? — perguntou ela. — Procuro a beleza — respondeu o pequeno poeta. A pequena filósofa inclinou a cabeça. — E onde a procuras? Ele olhando para uma pedrinha no chão. — Nas coisas quebradas. Ela sorriu. Aquilo lhe pareceu estranho. Durante toda a sua vida, a pequena filósofa observava a luz para com...
de Lincoln Daniel C.S. --- Penso à luz da lua. Penso no luar. Penso no que é amar. Se todas as palavras penso, E em versos escrevo, Em canção conto, Como poderia me calar, Se ainda não compreendi por completo o que é amar? --- Penso no Senhor e em Seu amor, E olho ao redor, me vem grande, grande temor. Passei pela escuridão, Pelas trevas e desolação, Até que vi a luz do luar, Em Seu tão adorável e doce olhar. Por isso penso à luz do luar, O que é, o que é amar? Vi tão forte luz — Jesus. Escrevo em letras e poemas, Antigas canções, antigas orações, Que sopram perfume nos ventos, Antigos, antigos, antigos. Sei que enxerga, sei que me vê, sei. Observa-me, sei que me ama, Mesmo eu, eu, tão errado eu, Eu que não sei amar. Escrever faz minha alma acender. Não sei o que virá, nem o que vem. Mas em breve vou entender, Em que tudo isso se tornou algo que não durou, Além de algumas eternidades. E o vento vem e vindo acenderá, O fogo que nunca deve apagar, Da fé, no meu olhar. E quando escrever, ...
Um dia o Gato mia Ele ia, mas não vai mais É tudo tão demais Ele nem tem pais Porém ele sabe o que vem Vento Ele quer um momento Um momento no tempo Um temporal caiu Tudo sumiu O céu fechou Ele acordou Um trovão ressoou Um furacão chegou O tempo passou O futuro veio Tudo tão alheio O Gato levantou do chão Ele procurou pelo seu dono Mas viu um leão Era só uma ilusão Ele sentiu a solidão Ao ir ao portão Ele nem sabia computação E sua Reputação? Caiu pelo chão Sumiu pelo espaço Mas aquele cançasso Já havia ido Assim como tinha lido Lido que o caminho já havia sumido Entre as neves de inverno Mesmo sem estar no inferno O gelo queimava sua pele mesmo com os pelos Perdeu seus medos Atravessou o portão Entrou no mundão Ao invés de a escuridão Sim! Um clarão talvez uma Multidão Passou um caminhão E ele miou E ecoou por toda cidade E essa claridade ...
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